sábado, 16 de janeiro de 2016

ATITUDE INESPERADA.




Budd Dwyer foi um político norte-americano que cometeu suicídio de uma forma jamais esperada.
Budd Dwyer era membro da Câmara e do Senado da Pensilvânia durante as décadas de 1960 a 1980, trabalhou no Tesouro Nacional e foi acusado de corrupção por supostamente ter recebido uma dinheiro no valor de US$ 300 mil.
Um pedido de acordo de delação premiada (um acordo em que a pessoa que recebe a acusação assume a culpa e coopera com a polícia para as investigações) foi feito pela justiça da Pensilvânia a ele, permitindo que ele pegasse cinco anos de prisão.
Após o pedido de acordo da justiça da Pensilvânia, o político alegou ser inocente, recusou o acordo e convocou a imprensa para esclarecer o caso por meio de uma coletiva.
A mídia inteira achou que ele confessaria o crime por meio da entrevista em geral, mas ele resolveu por em prática um plano que já havia arquitetado em sua mente.
Prometendo esclarecer as acusações sobre ele, Dwyer jurou inocência com o seguinte discurso alegando perseguição política e disse: "Eu agradeço ao bom Deus por ter me concedido 47 anos de desafios instigantes. Agora minha vida mudou, sem uma razão aparente. Eu enfrento uma pena máxima de 55 anos numa prisão e o pagamento de US$ 300 mil por ser inocente".


Após seu discurso, ele entregou um envelope a cada um de seus três assessores. Um continha uma nota de suicídio para a esposa, no outro, uma carta destinada ao governador da Pensilvânia e a última era uma declaração de doação de órgãos.
E o que ninguém esperava era o que tinha em um quarto envelope que ele resolveu expor a todas as pessoas presentes.


Ele o abriu e retirou um revólver, declarando o seguinte: “Por favor, deixem o recinto se isso os ofende”. Ele avisou que o que estava em sua mão poderia machucar alguém por perto e enfiou a arma em sua boca, puxando o gatilho e caindo morto no chão logo em seguida.





Os jornalistas ficaram assustados, muita gente começou a gritar e o pânico entre os assessores e os profissionais da imprensa presentes se instaurou. Logo uma poça de sangue começou a se formar no chão e a polícia e a equipe médica foram acionadas.
O ocorrido foi exibido ao vivo, na região da Pensilvânia. A cena completa do suicídio não foi exibida pelos jornais nacionais só mostraram um trecho do que ocorreu.
No Brasil, o jornalismo da Rede Globo mostrou o político norte-americano enfiando a mão no envelope, tirando a arma e dando o tiro, mas eles optaram por censurar e congelar a imagem, mantendo apenas o áudio do disparo que acontece em seguida.

POR MAGNO OLIVER (SITE FATOS DESCONHECIDOS).

DISCURSO COMPLETO DE BUDD DWYER ANTES DE COMETER SUICÍDIO

Eu agradeço ao bom Deus por ter me concedido 47 anos de desafios instigantes, experiências estimulantes, muitos momentos felizes e, mais do que tudo, a melhor esposa e os melhores filhos que qualquer homem desejaria ter.
Agora minha vida mudou, sem uma razão aparente. As pessoas que me telefonam e escrevem estão exasperadas e sentindo-se desamparadas. Eles sabem que eu sou inocente e quero ajudar. Mas neste país, a maior democracia do mundo, não há nada que eles possam fazer para evitar que eu seja punido por um crime que eles sabem que eu não cometi. Alguns disseram que eu era um  dos tempos modernos.
O juiz Malcom Muir é conhecido por suas sentenças medievais. Eu enfrento uma pena máxima de 55 anos numa prisão e o pagamento de US$ 300 mil por ser inocente. O juiz Muir já sinalizou à imprensa que ele, entre aspas, "sentiu-se mal" quando nos foi colocada a culpa, e que planeja me condenar em detrimento dos outros envolvidos. Mas não seria o caso porque cada um dos outros acusados que me conhece sabe que eu sou inocente; isto não legitimaria a punição porque eu não fiz nada de errado. Minha prisão, sendo eu vítima de perseguição política, seria simplesmente um gulag americano.
Eu peço àqueles que acreditam em mim para continuarem com sua amizade e que rezem pela minha família, que continuem a trabalhar por um verdadeiro sistema judicial aqui nos Estados Unidos, e que continuem com os esforços para me ratificar, assim minha família e suas futuras famílias não ficarão maculadas pela injustiça que está sendo perpetrada sobre mim.
Acreditamos que a justiça e a verdade sempre prevalecem, e eu serei inocentado e nós devotaremos o resto de nossas vidas ao trabalho para criar um sistema de justo aqui nos Estados Unidos. O veredito de culpa está cada vez mais ganhando força. Mas na medida em que discutimos nossos planos para expor as mazelas de nosso sistema legal, as pessoas têm dito "por que, irmão?", "ninguém se importa!", "você age como um tolo!", o 60 Minutes, o 20/20, a União Americana pelas Liberdades CivisJack Anderson e outros que têm publicado estes casos durante anos, e isso não incomoda ninguém…


— BUDD DWYE.



DISCURSO EXTRAÍDO DE: WIKIPÉDIA



VÍDEO NA ÍNTEGRA DO SUICÍDIO DE BUDD DWYE



OS HOMENS OCOS

Nós somos os homens ocos
os homens empalhados
uns nos outros amparados
o elmo cheio de nada. Ai de nós!

Nossas vozes dessecadas,
quando juntos sussurramos,
são quietas e inexpressas
como o vento na relva seca
ou pés de ratos sobre cacos
em nossa adega evaporada.

Fôrma sem forma, sombra sem cor
força paralisada, gesto sem vigor;
aqueles que atravessaram
de olhos retos, para o outro reino da morte
nos recordam - se o fazem - não como violentas
almas danadas, mas apenas
como os homens ocos,
os homens empalhados.

Os olhos que temo encontrar em sonhos
no reino de sonho da morte
Estes não aparecem:
Lá, os olhos são como a lâmina
do sol nos ossos de uma coluna
lá, uma árvore brande os ramos
e as vozes estão no frêmito
do vento que está cantando
mais distante e solene
que uma estrela agonizante.

Que eu demais não me aproxime
do reino de sonho da morte
que eu possa trajar ainda
esses tácitos disfarces
pele de rato, plumas de corvo, estacas cruzadas
e comportar-me num campo
como o vento se comporta
nem mais um passo
- Não este encontro derradeiro
no reino crepuscular.

Esta é a terra morta
esta é a terra do cacto
aqui as imagens de pedra
estão eretas, aqui recebem elas
a súplica da mão de um morto
sob o lampejo de uma estrela agonizante.

E nisto consiste
o outro reino da morte:
despertando sozinhos
à hora em que estamos
trêmulos de ternura
os lábios que beijariam
rezam as pedras quebradas.

Os olhos não estão aqui
aqui os olhos não brilham
neste vale de estrelas tíbias
neste vale desvalido
esta mandíbula em ruínas de nossos reinos perdidos.

Neste último sítio de encontros
juntos tateamos
todos à fala esquivos
reunidos na praia do túrgido rio.

Sem nada ver, a não ser
que os olhos reapareçam
como a estrela perpétua
rosa multifoliada
do reino em sombras da morte
a única esperança
de homens vazios.

Aqui rondamos a figueira-brava
figueira-brava figueira-brava
aqui rondamos a figueira-brava
às cinco em ponto da madrugada.

Entre a ideia
e a realidade
entre o movimento e a ação
tomba a Sombra porque teu é o reino.
                   

Entre a concepção
e a criação,
entre a emoção
e a reação
tomba a sombra
a vida é muito longa.

Entre o desejo
e o espasmo
entre a potência
e a existência
entre a essência
e a descendência
tomba a Sombra
porque teu é o reino
porque teu é
a vida é
porque teu é o reino.


Assim expira o mundo
assim expira o mundo
assim expira o mundo
não com uma explosão, mas com um suspiro.



T.S. ELIOT



sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

ASSUSTADOR!



O exame de ultrassom realizado nos testículos de um homem que vinha reclamando de dores deixou os médicos surpresos. A imagem mostra algo que lembra uma face humana e foi publicada no jornal da Sociedade Internacional de Urologia, segundo o jornal “Daily Telegraph”.

Os médicos G. Gregory Roberts W. Naji J. Touma, da Universidade Queen, em Ontário, na Canadá, haviam realizado o ultrassom para examinar uma massa incomum encontrada no testículo de um paciente de 45 anos de idade. Os médicos removeram o testículo. Após exames, os médicos descobriram que a massa era um tumor benigno.

FONTE: G1

INCRÍVEL!







Agenor era um hipocondríaco que visitava regularmente o antigo Hospital Matarazzo nos anos 1950. Só que uma vez era para valer e ele precisou fazer uma cirurgia de emergência, onde foram descobertas duas maciças pedras, uma em cada rim. Inicia aí uma estranha história...

Do dia 09 de setembro a 12 de outubro de 2014 ocorreu no antigo Hospital Matarazzo em São Paulo capital a exposição “Made By... Feito por Brasileiros", que contou com a participação de mais de 100 artistas brasileiros e internacionais dos mais renomados. O Hospital ficou fechado por mais de 20 anos e após a exposição será reformado e terá partes demolidas para ser transformado em um complexo com hotel e shopping. Um dos artistas da exposição foi Vik Muniz, que expôs no bloco A Sala A32 O Curioso Caso de Agenor Andrade Filho (Ou, O Episódio das Pedras Invisíveis). Na parede da sala ele explica o caso:




“Em Março de 1958, Agenor se queixou de fortes dores lombares em quatro visitas consecutivas à emergência do hospital, que ciente de seus hábitos hipocondríacos, simplesmente o aconselhou que voltasse para casa com alguns analgésicos. Em sua quarta visita foram executadas algumas radiografias, que não apresentaram anomalias em nenhum órgão, osso ou músculo. Uma semana mais tarde, Agenor voltou à emergência, desta vez, com febre alta, e sinais positivos de insuficiência de órgãos. O quadro clínico do paciente orientou a equipe médica chefiada por Dr. Emilio Bonelli à realização de uma cirurgia de urgência.
Para a surpresa do corpo cirúrgico, goram encontrados dois cálculos massivos, um em cada rim. Isso prolongou de forma não antecipada, o tempo e a complexidade do procedimento contribuindo para a eventual perda do paciente, que sucumbiu a uma infecção generalizada pouco depois da cirurgia.
As pedras extraídas dos rins de Agenor foram encaminhadas junto com um relatório para o legista, o qual imediatamente contatou o Dr. Bonelli, dizendo que a vasilha onde supostamente deveria estar os cálculos, se encontrava vazia. O médico constatou que embora realmente fosse impossível ver qualquer coisa dentro do recipiente, havia ali um ruído, quando se agitava o vidro, de algo sólido, presente. Emílio Bonelli concluiu, pelo exame do material, que a compulsão aguda de Agenor por doença, havia somatizado a materialização de dois objetos de propriedades matriais, porém invisíveis ao olho humano, cujo contorno só se tornava discernível quando imersos em líquido.
Sua incrível descoberta, tema de uma palestra no Terceiro Congresso de Nefrologia da Academia Paulista de Medicina, tomou conta da imprensa especializada e popular, e ridicularizando e gerando grande constrangimento para a diretora do hospital, que exigiu do médico, sob ameaça de demissão, que arquivasse o caso permanentemente não o comentasse com mais ninguém. Estes documentos, assim como as pedras, foram encontrados em 2013, em um cofre subterrâneo, aqui, neste mesmo hospital”.

No local ele colocou os documentos encontrados no cofre, como fotos do seu Agenor e do Dr. Emílio Bonelli, Certidão de Óbito, Ficha de Internação, relato do médico sobre o caso e é claro, as pedras retiradas do corpo de Agenor e que só são visíveis imersas em água!




 Jornal da época contando o caso.




 Dr. Emílio Bonelli descreve o caso. Página 01

 de 03.




Dr. Emílio Bonelli descreve o caso. Página 02

 de 03.


Dr. Emílio Bonelli descreve o caso. Página 03

 de 03.





Dr. Emilio Bonelli







                                                       Dr. Emilio Bonelli





Ficha de internação do paciente Agenor

 Andrade Filho





             
  


Certidão de óbito de Agenor Andrade Filho






        

 O paciente Agenor Andrade Filho








                 O frasco com a pedra






O frasco com a pedra que ficou em

exposição.
       A pedra só é visível dentro da água...





Será mesmo possível com a força da mente materializar as coisas, como mostra o caso acima?



VÍDEO SOBRE O CASO




FONTE: ASSOMBRADO.COM.BR

sábado, 9 de janeiro de 2016

MORRA DE INVEJA KID BENGALA!


ROBERTO ESQUIVEL CABRERA




Mexicano diz ter o pênis mais longo do mundo e quer título reconhecido pelo Guinness Books.

Um mexicano sonha em ser o próximo homem reconhecido pelo Guinness Book, o livro dos recordes, como o dono do pênis mais longo do mundo. Roberto Esquivel Cabrera, de 52 anos, conhecido como “El Centauro”, tem um órgão genital de 48,2 cm - tão extenso que vai abaixo de seus joelhos. Morador de Saltillo, o homem revela, no entanto, que o membro sexual de tamanho fora do comum assusta as mulheres, que temem se relacionarem sexualmente com ele, e o deixa com dificuldades para trabalhar. As informações são do jornal “The Mirror”.
Para comprovar que seu pênis é realmente longo, Cabrera recentemente se submeteu a uma tomografia em 3D que revela a dimensão de seu órgão sexual. Segundo especialistas, o órgão sexual do mexicano não é uma prótese e não aparenta ter sido alongado por meio de medicamentos.


TOMOGRAFIA 3D MOSTRA O TAMANHO DO PÊNIS DO MEXICANO



“Veja até onde (meu pênis) chega, abaixo dos joelhos. Eu não posso fazer nada. Não posso trabalhar. Sou um deficiente. Onde quer que eu vá, as pessoas me olham”, disse Cabrera ao jornal “PubliMetro”.

O mexicano, que é aposentado e vive com parentes deseja ser reconhecido pelo Guinness para melhor sua condição financeira. Ele acredita que o título de pênis mais longo do mundo pode torná-lo um astro de filmes pornográficos e, assim, trazer-lhe dinheiro.
De acordo com o jornal “The Mirror”, a história de Cabrera já chamou a atenção da imprensa mexicana e, por isso, uma editora já trabalha em produzir um livro contando sua história.

O americano Jonah Falcon é atualmente quem detém o título de homem com maior pênis do mundo, medido 34 centímetros de comprimento.


JONAH FALCON ATUAL DETENTOR DO RECORDE DE HOMEM COM O MAIOR PÊNIS DO MUNDO



FONTE: SITE EXTRA

SEM MAIS LÁGRIMAS

Chorar não resolve, falar pouco é uma virtude, aprender a se colocar em primeiro lugar não é egoismo. Para qualquer escolha se segue alguma consequência, vontades efêmeras não valem a pena, quem faz uma vez, não faz duas necessariamente, mas quem faz dez, com certeza faz onze. Perdoar é nobre, esquecer é quase impossível. Quem te merece não te faz chorar, quem gosta cuida, o que está no passado tem motivos para não fazer parte do seu presente, não é preciso perder pra aprender a dar valor, e os amigos ainda se contam nos dedos. Aos poucos você percebe o que vale a pena, o que se deve guardar pro resto da vida, e o que nunca deveria ter entrado nela. Não tem como esconder a verdade, nem tem como enterrar o passado, o tempo sempre vai ser o melhor remédio, mas seus resultados nem sempre são imediatos.

CHARLES CHAPLIN